No 2º dia do III Encontro de Comunicação e Cultura - ECOMC, da Facitec, ocorrido em 11 de novembro de 2008, os alunos e professores contaram com a presença do secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, compondo uma mesa de debate junto com a jornalista da Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça, Patrícia de Almeida, o professor José Geraldo Trindade e a mediadora, professora Vânia Balbino. O tema discutido foi “Comunicação social e segurança pública”, o secretário Balestreri, sem receios, arrancou aplausos com as suas fortes afirmações. “A mídia repete o que é mais ordinário do que acontece na segurança pública. Não tenho confiança nos principais meios de comunicação, elas só compram o que é ruim, sujo. Uma boa mídia é aquela independente. Temos que cuidar dessa tendência midiática”. Afirmou. A jornalista Patrícia de Almeida indagou: “Será que o furo está à frente de uma vida. Às vezes é só um furo por um furo”. O professor José Geraldo ressalta:“A mídia vive do sangue alheio”.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
"Temos que cuidar dessa tendência midiática"
No 2º dia do III Encontro de Comunicação e Cultura - ECOMC, da Facitec, ocorrido em 11 de novembro de 2008, os alunos e professores contaram com a presença do secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, compondo uma mesa de debate junto com a jornalista da Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça, Patrícia de Almeida, o professor José Geraldo Trindade e a mediadora, professora Vânia Balbino. O tema discutido foi “Comunicação social e segurança pública”, o secretário Balestreri, sem receios, arrancou aplausos com as suas fortes afirmações. “A mídia repete o que é mais ordinário do que acontece na segurança pública. Não tenho confiança nos principais meios de comunicação, elas só compram o que é ruim, sujo. Uma boa mídia é aquela independente. Temos que cuidar dessa tendência midiática”. Afirmou. A jornalista Patrícia de Almeida indagou: “Será que o furo está à frente de uma vida. Às vezes é só um furo por um furo”. O professor José Geraldo ressalta:“A mídia vive do sangue alheio”.
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